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Comitiva da Unesco e das Cidades Criativas é recebida com festa no Ver-o-Rio

A vasta programação do Encontro Mundial das Cidades Criativas da Gastronomia teve prosseguimento na tarde desta quarta-feira, 8, com a recepção do grupo de turistas que compõe a comitiva da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e das outras Cidades Criativas da rede no complexo turístico Ver-o-Rio. Eles foram recebidos com apresentações culturais, após retornarem da visita à ilha do Combu.

A Escola de Samba Rancho Não Posso Me Amofiná foi a primeiro a dar as boas-vindas aos visitantes com muito samba, contagiando mesmo aqueles que já conhecem bem a alegria do Carnaval. “Chegar aqui (no Ver-o-Rio) e ser recepcionada por um grupo carnavalesco é emocionante. Carnaval tem em todo canto do Brasil, mas o grupo da Unesco que veio de fora do Brasil está tendo a oportunidade de ver mais da nossa cultura. Isso é lindo, contagia, chega a arrepiar ouvir esse batuque”, disse a integrante da comitiva de Florianópolis (SC), a chef de cozinha Sádia Oliveira, 40 anos.

Segundo Sádia, a receptividade a cada lugar que visita de Belém é surpreendente. “Está sendo maravilhoso, não consigo nem descrever essa experiência. As pessoas nos recebem com muita hospitalidade, os passeios por essa cidade estão sendo incríveis, tudo aqui é fantástico, a gastronomia então… eu estou apaixonada”.

O complexo Ver-o-Rio foi escolhido, de acordo com o coordenador do Comitê Cidades Criativas da Unesco em Belém, João Cláudio Klautau, para que o grupo tivesse mais uma oportunidade de ter contato com a cultura da região. “Aqui neste local nós somos privilegiados. Primeiro pelo clima agradável de frente para o rio, segundo porque aqui também temos a culinária presente por meio da venda das tapiocas de vários sabores regionais e, claro, com a presença da nossa população que vem aqui para desfrutar desta maravilha. Então, para completar esse passeio, agregamos as apresentações do grupo da escola de samba e da tribo indígena dos Tembés, que também demonstrarão um pouco da sua cultura”.

A funcionária pública Maria Aparecida Sousa, 36 anos, passeava com a família pelo espaço quando se deparou com as apresentações. “Fico até arrepiada de saber que pessoas de vários lugares do mundo estão aqui prestigiando tudo o que temos de bom, desde a nossa cultura, culinária, vestimentas e até mesmo o nosso dialeto. As pessoas não têm noção de toda essa maravilha que nós temos no nosso Estado, na nossa Belém. Agradeço por ver a nossa cultura sendo difundida dessa maneira”.

Por Karla Pereira

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